domingo, 1 de janeiro de 2012

Há certas horas, em que não precisamos de um amor, não precisamos da paixão desmetida,  não queremos beijo na boca e nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama. Há certas horas que, só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado sem dizer nada.

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